Atendendo a uma demanda que partiu do próprio grupo de tripulantes, o SNA criou, em parceria com associados ativos em causas raciais, o Comitê de Tripulantes Negros.

O objetivo do comitê é promover e dar suporte aos tripulantes negros na aviação civil brasileira.

Formam o comitê os comissários Kenia Aquino Garcia, Shirlei dos Reis Borburema e Jivarlos Pereira Silva da Cruz, que mantêm o perfil do Instagram @VooNegro, e a comissária Laiara Amorim Borges, do perfil @Voe_Como_Uma_Garota_Negra.

Por meio de ações afirmativas, o comitê pretende conscientizar as empresas aéreas e os próprios profissionais sobre às questões relativa aos tripulantes negros.

O comitê pretende criar campanhas de valorização dos tripulantes negros e de combate ao racismo.

Entre as ações, o comitê pretende trabalhar junto às escolas de aviação de forma a viabilizar o acesso da população negra à formação.

O comitê pretende também, por meio de pesquisas, levantar dados e estatísticas da população negra na aviação e, ainda, investigar demandas e necessidades destes profissionais.

Para acolher e apoiar a população negra entre os tripulantes, o comitê manterá um canal por e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

- Aproximação com as empresas

Como primeira ação, o Comitê de Tripulantes Negros se reuniu na última quarta-feira (22) com a direção da Gol Linhas Aéreas. A companhia mostrou-se bastante aberta ao tema e se comprometeu a dar apoio ao comitê. Em breve, o comitê pretende conversar com as outras companhias.

- Diversidade

O comitê está disposto a apoiar também a quaisquer outros grupos minoritários na aviação que assim necessitem.

Contamos com o apoio de todos.

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comite de tripulantes negros

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (22), em São Paulo, o SNA discutiu com a categoria o tratamento que tem sido dispensado aos tripulantes pelas autoridades aeroportuárias, pela agência reguladora e pelas empresas aéreas.

Foi decidido que o SNA requeira o apoio da Anac, da Polícia Federal, da Abear, do SNEA, das concessionárias dos aeroportos, da Infraero e das empresas aéreas para que seja criada uma padronização das regras de acesso às áreas restritas dos aeroportos e das inspeções feitas no RX.

O sindicato tem tentado implementar um programa semelhante ao Known Crewmember dos EUA, que prevê inspeção de segurança diferenciada, com utilização de credencial específica.

A assembleia decidiu ainda que o sindicato deve apresentar à Gol e defender a petição pública, criada autonomamente, que pede a reintegração do comandante demitido sumariamente após fato ocorrido em Congonhas.

Será definida uma data para a entrega desta petição à direção da companhia.

Fiquem atentos aos nossos meio de comunicação para novidades.

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EDITAL CONVOCATÓRIO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Sindicato Nacional dos Aeronautas - SNA, nos termos do seu Estatuto Social, por seu Diretor Presidente, ao final assinado, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo disposto no artigo 27, alínea “a”, combinado com os artigos 20, 21 §4º, 22 caput e §2º, 24, 25 “c ” e parágrafo único, “b”, 30 caput e §2 e 3º e 31, §1 º, todos do referido Estatuto Social e observados os demais requisitos estatutários e legais, convoca os pilotos da AEROCLUBE DE UBERABA, a participarem da Assembleia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 24 de janeiro 2020, às 14:00h, em primeira convocação, e às 14:30h, em segunda e última convocação, na Sede da Empresa, localizada na Avenida Nenê Sabino nº 3.200, Bairro Santos Dumont, na cidade de Uberaba/MG, CEP: 38.050-501, para seguinte ordem do dia: Esclarecimentos e deliberação sobre proposta de Acordo Coletivo de Trabalho.

São Paulo, 22 de janeiro de 2020.

Ondino Dutra Cavalheiro Neto
Diretor Presidente

Quem vai precisar seguir o RBAC 117? Esse regulamento é aplicável somente às empresas aéreas de grande porte?

O RBAC 117 é aplicável a todos os operadores aéreos. Isso inclui empresas aéreas regulares e não-regulares (passageiros e carga), táxi aéreo, escolas de aviação civil, aeroclubes e prestadores de Serviço Aéreo Especializado (SAE).

Os requisitos para uma escola de aviação serão os mesmos que para uma grande empresa aérea? Há algum tipo de diferença nos requisitos do gerenciamento de fadiga humana entre as empresas? Como isso será feito?

Tendo em vista os diversos tipos de operação possíveis na indústria da aviação, o RBAC 117 foi desenvolvido de forma a dar flexibilidade ao operador para escolher o nível de gerenciamento de fadiga mais adequado para as operações.

Existem três opções, chamadas de níveis, conforme apresentado na figura abaixo:

Piramide Niveis gerenciamento de fadiga


Como funciona esse sistema baseado em níveis?

O sistema baseado em níveis, conforme mencionado, permite que o operador escolha a alternativa mais adequada para suas operações. Vale ressaltar que é de responsabilidade do operador fazer essa escolha. O nível escolhido e os limites máximos e mínimos devem estar especificados de forma acessível para consulta nos manuais de fadiga/operações empresa.

Conforme a pirâmide invertida acima, são três os níveis possíveis.

NB – Nível Básico

O nível básico é aplicável às empresas que não têm intenção de extrapolar os limites previstos na Nova Lei do Aeronauta. Esse também será, obrigatoriamente, o nível seguido pelos prestadores de Serviços Aéreos Especializados (SAE).

No nível básico, o gerenciamento da fadiga humana é feito de uma forma tradicional, por meio de limites de horas trabalhadas/voadas para limitar a ocorrência de fadiga nas operações. Como não há processos mais complexos de gestão da fadiga, os limites prescritivos são mais rígidos, ou seja, os tripulantes podem voar menos. Em contrapartida, não são necessários processos de gerenciamento de risco. O treinamento de fadiga aos tripulantes neste nível é opcional. Os operadores que optarem pelo NB deverão seguir os requisitos do Apêndice A do RBAC 117.

GRF – Gerenciamento de Risco de Fadiga

O nível GRF é uma opção intermediária para os operadores que necessitam de uma maior flexibilidade nas limitações de tempo de operação e de voo. Os limites a serem seguidos são aqueles previstos nas tabelas do Apêndice B ou C, dependendo da escolha da empresa. A maior parte das empresas aéreas de grande porte irá operar nesse nível.

O GRF está disponível apenas para os operadores de linha aérea regular e não regular, além dos operadores de táxi aéreo. Nele, os voos continuam sendo limitados por horas trabalhadas/voadas, mas, por ser mais flexível, o GRF exige algumas contrapartidas para o correto gerenciamento da fadiga. O operador aéreo deve implantar processos de monitoramento contínuo de perigos e gerenciamento de riscos. Adicionalmente, todos os tripulantes deverão receber treinamento sobre fadiga.

A maior parte das empresas aéreas de grande porte irá operar nesse nível. Os operadores que optarem por um GRF deverão seguir os requisitos dos Apêndices B ou C do RBAC 117.

SGRF – Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga

Este último nível está disponível para os operadores que necessitem extrapolar, na sua totalidade ou em parte das operações, os limites prescritivos estabelecidos pelos regulamentos. Para obter tal autorização, os operadores interessados deverão executar um estudo de caso (chamado de Safety Case) para a operação específica a ser adotada, além de firmar um ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) sobre a operação em questão .

No SGRF, o operador baseia-se em princípios científicos e conhecimentos da indústria, bem como na sua própria experiência operacional, para demonstrar à Anac que o nível de segurança operacional é igual ou superior que o estabelecido no NB e no GRF. Isso é feito através da criação de um sistema que monitora constantemente, por meio de dados e indicadores, os riscos de segurança relacionados à fadiga —isso permite que o operador possa monitorar a “saúde” do sistema como um todo e, consequentemente, os níveis de fadiga nas tripulações.

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Veja a PARTE 1 da série de publicações do SNA sobre o RBAC 117: https://bit.ly/38t1meo.

Veja a série de vídeos explicativos sobre o RBAC 117: https://tinyurl.com/rbac-117.

Veja também a íntegra do RBAC 117: https://bit.ly/2JuUw0e.

Conheça a íntegra da lei 13.475/2017: https://bit.ly/35VeuHo.

A Ifalpa (Federação Internacional das Associações de Pilotos de Linha Aérea) publicou, no último dia 11 de dezembro, um posicionamento a respeito do uso dos dados obtidos através do sistema Automatic Dependent Surveillance – Broadcast (ADS-B).

O ADS-B é uma ferramenta de vigilância que utiliza informações sobre identificação, posição e outras informações provenientes dos sistemas a bordo da aeronave que são transmitidas por meio de um equipamento instalado a bordo da aeronave. Para receber tais informações, basta que a estação em terra possua um equipamento receptor adequado e esteja no raio de alcance do sinal.

O ADS-B tem sido utilizado como uma forma de aumentar a capacidade do espaço aéreo através da diminuição de separações longitudinais e verticais, sem que haja comprometimento da segurança.

Recentemente, alguns pilotos estrangeiros foram convocados por uma entidade de controle de tráfego aéreo, também do exterior, para prestar esclarecimentos sobre possíveis descumprimentos relacionados a restrições de velocidade, falha no cumprimento do perfil de subida ou ainda com procedimentos relativos à falha de comunicações.

A Ifalpa destaca que os dados derivados do transponder não devem ser utilizados para fins punitivos, e sim para análises e implementação de melhorias. Além de fugir da finalidade do uso do sistema, é importante ressaltar que as transmissões de dados ADS não são codificadas, e podem ser facilmente adulteradas —e possivelmente criar uma política de punição aos pilotos.

O SNA se posiciona contra o uso inadequado da ferramenta e ainda reforça que os pilotos levem em conta as seguintes recomendações:

- Cumprir rigorosamente as instruções de tráfego aéreo (proa, velocidade, razão de subida/descida, desvios meteorológicos etc);
- Se não for possível cumprir com a instrução, avisar ao órgão ATC e solicitar uma instrução alternativa;
- Em áreas remotas, se não for possível obter uma autorização, efetuar o procedimento de contingência específico para a área sobrevoada;
- Utilizar a fraseologia padrão;
- Em caso de dúvidas, questionar o órgão ATC (Say again).

O conteúdo completo da publicação pode ser acessado através do seguinte link: https://bit.ly/2uo2XTL.

A Azul Linhas Aéreas informou ao SNA nesta segunda-feira (20) que realizou as correções necessárias em seu sistema de acesso e impressão de escalas.

O sindicato havia contactado a empresa sobre o assunto no último dia 15, após receber denúncias de que o sistema estava inoperante.

Caso o problema persista, o SNA pede que os tripulantes voltem a relatar.

O departamento jurídico do SNA fica à disposição pelo telefone (11) 5090-5100, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo Whatsapp 11 95375-0095 (somente para associados).

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Treinamento Selecao Comissarios Feed

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O SNA vai ser sede da terceira edição do curso preparatório para aqueles que querem fazer processo de seleção para comissário de voo.

O curso será ministrado nos dias 29 e 30 de janeiro, das 8h30 às 17h.

O valor do investimento  é de R$ 290,00, mas associados ao SNA têm desconto de 30% no pagamento à vista (valor total de R$ 203,00).

Informações e inscrições devem ser feitas pelo Whatsapp 11 99177-2855 com Ailton Oliveira.

1º dia
- Conceito de empresa aérea;
- Apresentação pessoal;
- Conceitos de avaliação de perfil psicológico;
- Desenvolvimento de apresentação individual.

2º dia
- Conceitos de avaliação de perfil comportamental;
- Práticas de dinâmicas de grupo;
- Entrevista individual.

EDITAL CONVOCATÓRIO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Sindicato Nacional dos Aeronautas - SNA, nos termos do seu Estatuto Social, por seu Diretor Presidente, ao final assinado, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo disposto no artigo 27, alínea “a”, combinado com os artigos 20, 21, caput e §4º, 24, 25 “c ” e parágrafo único, “b”, 30, caput, e 31, §1º, todos do referido Estatuto Social e observados os demais requisitos estatutários e legais, convoca todos os associados a participarem da Assembleia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 22 de janeiro de 2020, às 13:30h, em primeira convocação, e às 14:00h, em segunda e última convocação, na Sede do SNA, localizada na Rua Barão de Goiânia, 76, Vila Congonhas, São Paulo - SP, CEP: 04.612-020, para a seguinte ordem do dia: esclarecimentos e deliberações acerca da atuação em relação ao tratamento que tem sido dispensado à categoria pelas autoridades aeroportuárias, agência reguladora e empresas aéreas.

São Paulo, 20 de janeiro de 2020.

Ondino Dutra Cavalheiro Neto
Diretor Presidente